A evolução das próteses de silicone

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Conforme a cirurgia plástica ganhou procura, os materiais e técnicas foram aprimorados e a evolução chegou também às próteses. Quando o assunto é a mamoplastia de aumento, também é possível traçar este paralelo. Atualmente existem várias novas próte

ses no mercado e que se diferem das antigas quanto forma e constituição. Portanto, hoje as pacientes encontram próteses mais seguras e que fornecem resultados duradouros e naturais.

Mas afinal o que são as próteses? Próteses são peças criadas de forma artificial para diversas finalidades como substituir partes do corpo perdidas ou inexistentes. Elas podem ser utilizadas tanto para a estética quanto para a recuperação de pacientes que tiveram lesões corporais.

As primeiras próteses foram feitas de silicone liquido junto a um material sintético chamado Dacron, que começaram a ser desenvolvidas na medicina na década de 60, ainda com algumas restrições de uso por serem mais duras, consistentes e deveriam ser substituídas de dez em dez anos.

Conforme a tecnologia na cirurgia plástica foi se desenvolvendo, novas próteses começaram a ser desenvolvidas.

Nos anos 70 e 80, as próteses se tornaram mais macias e surgiu o formato em gota. Mas o silicone interno continuava sendo líquido, o que poderia causar rompimentos.

A indústria passou então a desenvolve-las em várias camadas, o que ajuda no menor risco de rompimento, com conteúdo em gel. Na mesma época surgiram próteses de silicone em vários formatos, que visavam suprir diferentes indicações e procedimentos. Este conjunto conferiu uma aparência mais natural a cirurgia plástica, se encaixando de forma perfeita em relação ao corpo de cada paciente.

Outra mudança significativa foram que as próteses passaram a ser desenvolvidas também com uma camada com topo de revestimento texturizado, que funciona aderindo-a aos tecidos internos e evitando seu deslocamento.

Próteses de silicone

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