Afinal, e as pintas?

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Ter pintas no corpo é comum. 1% de nossos sinais, surgem no nascimento e os outros ao longo da vida. A maioria das pintas já vêm programadas geneticamente, mas outras surgem por fatores externos, como o sol. Poucas são perigosas, contudo, algumas devem ser observadas com maior atenção, pois podem carregar algum problema mais sério.

Mas afinal, o que são as pintas? Conhecidas cientificamente como nevos, elas são pequenos tumores benignos formados por melanócitos, células que produzem a melanina, pigmento responsável pela coloração da pele e dos pelos. Uma concentração de melanócitos maior que a normal acaba formando manchas escuras e aí estão elas.

Mudanças de cor, formato, aspecto, tamanho ou sangramentos e irritações podem significar problemas, inclusive câncer de pele. Porém, os tipos de câncer de pele mais comuns não decorrem de pintas, estes são o carcinoma basocelular (CBC) e o carcinoma espinocelular (CEC). No entanto, um terceiro tipo é o melanoma, mais agressivo, que pode evoluir de uma pinta.

A regra do ABCD pode ajudar a observar e identificar um melanoma:

A: assimetria.
B: bordas.
C: coloração.
D: dimensão.

Toda pinta deve ser examinada por um dermatologista e tanto este especialista, quanto um cirurgião plástico estão aptos à sua retirada. E caso tenha predisposição genética à doença é importante redobrar os cuidados, com visitas periódicas para que sejam examinadas.

Para prevenir o agravamento das doenças de pele e envelhecimento precoce é sempre fundamental evitar exposição solar excessiva e o uso frequente de protetor solar.

Garota com pintas no rosto

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